"Bate no Peito" convida os brasileiros a sentir o legado que faz do Brasil o país do futebol
Seleção Brasileira ganha trilha inédita para a Copa de 2026 com Papatinho, Ludmilla, Zeca Pagodinho, João Gomes, Veigh e Samuel Rosa
Confira: https://smb.lnk.to/BateNoPeito
A música sempre esteve ao lado do futebol brasileiro. Nas arquibancadas, nas ruas, nos bares e nas casas, ela ajudou a transformar momentos em memória e memória em legado. Em 2026, esse encontro ganha um novo capítulo com “Bate no Peito”, faixa criada para acompanhar a Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.
Distribuída pela Sony Music Brasil e com produção de Papatinho, a música reúne Ludmilla, Zeca Pagodinho, João Gomes, Veigh e Samuel Rosa em uma colaboração inédita que une gerações, estilos e regiões do país. Cada artista imprime sua identidade de forma orgânica, criando uma faixa que soa plural como o Brasil, mas unida por um sentimento comum: o orgulho de torcer.
Mais do que uma trilha para os jogos, “Bate no Peito” nasce como um convite: um chamado para que o torcedor brasileiro reconheça ou redescubra o que sempre nos definiu como país do futebol. Em um momento em que o entusiasmo em torno do futebol parece mais fragmentado e parte das novas gerações não viveu as grandes conquistas da Seleção, a música transforma esse distanciamento em conexão, lembrando que o futebol brasileiro não é apenas história: é herança e legado.
A letra percorre esse caminho ao misturar celebração, esforço e identidade. Do “eu sou brasileiro” que ecoa como grito coletivo ao retrato de quem aprendeu a jogar “na raça”, mesmo sem estrutura, a música traduz o que sempre definiu o futebol do país: talento, persistência e paixão. Mais do que falar de vitórias, fala sobre um povo que sustenta esse legado dentro e fora de campo.
A música será executada nos estádios durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, ampliando essa conexão entre torcida, música e identidade brasileira para públicos do mundo todo.
“Bate no Peito” também conta com um videoclipe, previsto para 25 de maio, que, de forma lúdica, acompanha a história de um jovem que nunca viu o Brasil ser campeão e, ao bater no peito, é transportado para o passado, revisitando momentos históricos da Seleção e passando a compreender, na prática, o significado desse gesto. Ao bater no peito, ele não apenas se conecta com o passado, mas transforma o presente ao seu redor, reunindo pessoas e recriando a energia coletiva que sempre marcou o futebol brasileiro para a Copa de 2026.
Todo o projeto carrega um viés social, em que os artistas doarão toda a arrecadação de royalties ao Instituto Fome de Música, organização criada durante a pandemia com foco no combate à insegurança alimentar. Os recursos serão convertidos integralmente em doações de alimentos, distribuídas em parceria com o programa Mesa Brasil Sesc.

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