"Frankenstein" e suas adaptações para o cinema e para a TV são tema de novo curso do MIS
Frankenstein", de Mary Shelley, é um clássico da literatura e já foi adaptado incontáveis vezes para o cinema e para a TV. Por isso, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, oferece um novo curso para analisar as escolhas adotadas por diferentes cineastas na adaptação da obra. As aulas acontecem em fevereiro, e nesse mesmo mês o Museu ainda inaugura cursos sobre documentários musicais, projeções mapeadas, entre outros.
Confira, abaixo, todas as opções de cursos que o MIS oferece em fevereiro! Outros detalhes, como valores, datas, duração e descontos, podem ser conferidos no site do Museu: https://mis-sp.org.br/cursos/
Frankenstein: o romance de Mary Shelley e suas adaptações
Curso presencial | 03, 10, 12 e 19 de fevereiro, terças e quintas, das 19h às 21h
A partir da leitura atenta de "Frankenstein", ou o "Prometeu Moderno", romance gótico-filosófico da escritora inglesa Mary Shelley (1797-1851), publicado originalmente em 1818, o curso pretende compreender seu contexto histórico, além de sua importância cultural e literária, para então estudar as escolhas adotadas por diferentes cineastas na adaptação da obra para o cinema e para a televisão. Serão discutidas as versões realizadas ao longo das últimas décadas, levando em consideração seus realizadores e o contexto de cada produção, analisando seus elementos narrativos, discursivos e estéticos.
Videomapping: desmistificando as projeções mapeadas
Curso presencial | 02, 04, 09, 10 e 11 de fevereiro, segundas, terça e quartas, das 19h às 21h
Crédito: Ivan Soares
O curso oferece uma visão ampla do uso do Resolume Arena, principal ferramenta de videomapping (projeção mapeada) no mercado internacional atualmente. Além de instrumentalizar os alunos em seu uso, o objetivo desse estudo é oferecer uma fundamentação estética que lhes permita criar uma linguagem pessoal, usando o videomapping como instrumento narrativo.
Direção de fotografia em documentários
Curso presencial | 23, 24, 25 e 26 de fevereiro, segunda a quinta, das 19h às 22h
Crédito: Mauro Martins
O curso propõe um debate sobre conceitos, formatos e abordagens relativas à linguagem fotográfica e ao papel do diretor de fotografia na produção de um documentário, desde sua concepção até a finalização.
Imagens públicas de São Paulo
Curso presencial | 23 e 25 de fevereiro e 02 e 04 de março, segundas e quartas, das 19h às 21h
Crédito: Ottakar Achtschin/ Acervo MIS
O curso propõe uma leitura crítica da história da fotografia paulistana, compreendendo-a como um campo de disputas simbólicas em torno da cidade, de seus territórios e de seus sujeitos. A formação percorre diferentes momentos da produção fotográfica em São Paulo — do século XIX aos registros contemporâneos — analisando como a fotografia documentou, interpretou e, em muitos casos, silenciou experiências urbanas.
Aumente o volume: os documentários musicais
Curso presencial | 24, 26 de fevereiro, 03 e 05 de março, terças e quintas, das 19h às 21h30
Cena do documentário "Janis Joplin: Little Girl Blue" (2015), dirigido por Amy Berg
A combinação entre música e imagem vem desde os primórdios do cinema. Porém, quando os diretores voltam seus olhares – e seus ouvidos – para os gênios criativos por trás das músicas, a tela explode em som e fúria.
O curso abordará diretores como D.A. Pennebaker ("Ziggy Stardust and the Spiders from Mars"), Michael Wadleigh ("Woodstock – 3 dias de paz, amor e música"), Julien Temple ("O lixo e a fúria"), Martin Scorsese ("George Harrison: Living in the Material World"), Wim Wenders ("Buena Vista Social Club"), Jim Jarmusch ("Year of the Horse", "Gimme Danger"), Todd Haynes ("The Velvet Underground"), entre outros. Além disso, as aulas também abordarão uma seleção de documentários musicais brasileiros, incluindo "Os doces bárbaros" (1976), de Jom Tob Azulay; "Novos Baianos Futebol Club" (1973), de Solano Ribeiro; "Loki – Arnaldo Baptista" (2009), de Paulo Henrique Fontenelle; "Som, sol e surf – Saquarema" (2019), de Hélio Pitanga; "Uma noite em 67" (2010), de Ricardo Calil e Renato Terra; "Botinada – A origem do punk no Brasil" (2006), de Gastão Moreira; e "Cartola – Música para os olhos" (2007), de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.

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